"a cruel saudade que ri e chora"
Leila Guimaraes canta e a relva cresce verde como nunca a chuva esperaria... O violoncelo corta-me a cabeça ao meio numa cantilena de sol a entrar pela janela e os caracóis só não rastejam pelo muro porque é setembro, aqui e no brasil, e a tua roseira morre por este ano sedenta de frio. Eu entro pelo outono, em janeiro farei a poda e até ao fim do inverno esperarei pela primeira flôr, que cortarei quando estiver pronta e ao teu lado ficará até secar.